Dúvidas frequentes

R: O Polipropileno, também conhecido pela sigla PP, é utilizado na injeção de esteiras modulares, e possui ótimo desempenho em aplicações com temperaturas que podem chegar de 10°C até 100°C, e mesmo sendo exposto a tais temperaturas, o PP não perde suas características e propriedades mecânicas.
É um material de baixo custo e muito versátil devido a suas características, sendo um material de fácil moldagem, com boa resistência química, atóxico e baixa absorção de umidade.

R: O Polietileno, também conhecido pela sigla PE, utilizado na injeção de esteiras modulares, possui ótimo desempenho em aplicações onde exista baixas temperaturas que podem chegar até -50°C e, mesmo sendo exposto a baixas temperaturas, o PE não perde suas características e propriedades mecânicas.
Outra vantagem do Polietileno é sua relação custo benefício, pois em relação a outras matérias primas, ele se torna mais barato devido à sua alta produção mundial, e entrega o mesmo desempenho, funcionalidade e vida útil da Esteira Modular.

R: O Nylon, também conhecido pela sigla NY, é utilizado na injeção de esteiras modulares, e possui excelente desempenho em aplicações com temperaturas positivas que variam de 5°C à 120°C.
O Nylon por ser um polímero altamente rígido, faz com que as Esteiras Modulares injetadas com este material possuam alta resistência mecânica, alto coeficiente de atrito e alta resistência ao desgaste, ou seja, maior vida útil.
O Nylon é um material que possui alta absorção de umidade (considerado um material higroscópico), e por esse motivo deve-se considerar alterações de medidas quando aplicado, e possíveis contaminações em algumas aplicações, desta forma podemos utilizar Esteiras Modulares em Nylon em processos que não possua umidade e onde necessite de carga elevada.

R: Conhecido pela sigla POM e também chamado de acetal, o Poliacetal é um polímero que tem como principais características sua alta resistência mecânica, rigidez e baixo coeficiente de atrito.
Outro fator positivo das Esteiras Modulares de Poliacetal é sua versatilidade quanto a abrangência de utilização em temperaturas distintas, podendo ser aplicadas em processos com -50° a 120°.
As Esteiras Modulares de Poliacetal podem ser aplicadas com eficiência em linhas de produção de desossa animal.

R: Para transporte onde se exige maior flexibilidade pelo impacto ou flexões que causam fadiga e em temperatura 5°C à 120°C.

R: Os sinais mais comuns que indicam que a esteira modular necessita de manutenção são:
- Riscos profundos e rachaduras: este sinal se não observado atentamente, pode levar a contaminação do produto in-natura, pois, por menor que seja a fissura, pode proliferar fungos e bactérias. Esses riscos podem ser causados pelo uso de facas ou até mesmo partes da estrutura.
- Desgaste por atrito: outro sinal que deve ser observado é onde existe guias/perfis de deslizamento, pois o contato frequente com o perfil/guia pode acabar desgastando a esteira.
- Quebras frequentes: as quebras ocasionam muito tempo de parada do processo produtivo e demanda tempo de manutenção para resolver o problema, quando as quebras se tornarem muito frequentes, é hora de substituir sua esteira modular.
Estes sinais devem ser rapidamente identificados, fique atento ao menor sinal para garantir o melhor desempenho de sua esteira modular. Faça manutenção preventiva frequente, pois uma esteira modular com problemas atrapalha toda uma linha de produção.

R: Como o próprio nome já diz, DESGASTE NATURAL é aquele que acontece com o tempo de utilização de sua esteira modular.
Este desgaste ocorre de acordo com os parâmetros de processos adotados na escolha da esteira modular e está diretamente ligado ao ambiente onde ela está instalada.

R: Ocorre devido a aplicação errada do tipo de esteira, do tipo de material, do dimensionamento, do apoio dos perfis insuficiente e da velocidade acima da exigência e do processo e em locais com resíduos abrasivos.

R: As quebras ocorrem por impacto ou fadiga. É preciso avaliar o processo e o funcionamento da esteira e corrigir com melhorias na estrutura, no material da esteira ou processo.

R: Ataque químico são escamações e trincas que surgem na superfície da esteira, afetando sua estrutura molecular.
Três são os principais motivos que podem provocar ataque químico em uma esteira modular:
- O vapor causado pela temperatura elevada no processo de higienização;
- A tinta presente nas embalagens dos produtos;
- E a higienização com soda cáustica (NÃO RECOMENDADO)